Foi de suma importância para o surgimento do Novo Progresso a construção da rodovia Cuiabá - Santarém, que em 1973, rasgou a floresta amazônica. Em 1983, já se percebia um pequeno povoado, com uma igreja e um campo de futebol.
O ano de 1984 representou a mudança total na economia do lugar, com a descoberta de um rico filão de ouro, atraindo milhares de pessoas à localidade. Nessa época o povoado chamava-se Progresso.
Surfurino Ribeiro promoveu venda de lotes, sendo que o primeiro foi vendido para Antônio Reginaldo Araújo, que ergueu um bar e restaurante, atendendo ônibus e viajantes, com alimentos e camas para dormir.
Dentre os pioneiros se destacam Otávio Onetta, comerciante e vereador da primeira legislatura; as professoras Nilda Araújo Prazeres e Doralina Ruato. Também marcaram época Inácio de Lima e Valmor Dagostim.
A comissão Pró-emancipação foi criada em 1985, sendo presidente o sr.Laurindo Blatt. O povoado foi elevado à categoria de Município, pela Lei Estadual nº 5.700, de 13 de dezembro de 1991, com território desmembrado de Itaituba e instalado em 1º de janeiro de 1993, com denominação de Novo Progresso, que enseja vida nova e desenvolvimento econômico e cultural.
O termo "Novo" foi acrescentado para diferenciá-lo de outro município da Federação com o nome de Progresso.